| O menino e o bombeiro |
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Um garoto de seis anos estava morrendo, vítima de leucemia. Sua mãe, consciente da gravidade da doença, resolvera fazer tudo para agradar ao filho. Estava ao lado dele em todos os momentos e queria muito que nada lhe faltasse. O garoto, num lampejo de felicidade, respondeu: Naquele mesmo dia, a mãe foi até o Corpo de Bombeiros e encontrou um homem a quem ela explicou a situação do filho, assim como o seu desejo em ser bombeiro. Perguntou se seria possível dar uma volta no quarteirão com o menino, num carro de bombeiros. O homem com quem ela estava falando era exatamente o chefe dos bombeiros e que assim respondeu: Assim aconteceu. O garoto saiu do hospital para o seu glorioso dia de bombeiro mirim e não cabia em si de contente. Acompanhou três chamadas de incêndio, andou em várias viaturas, na caminhonete dos paramédicos e até no carro do chefe dos bombeiros. A alegria que aqueles bombeiros proporcionaram ao menino lhe acrescentou ainda três meses de vida, até que, numa noite, sua situação voltou a se agravar e todos os sinais vitais começaram a cair drasticamente. A mãe lembrou do dia em que o seu filho realizou seu sonho de ser bombeiro e como havia sido bom pra ele. Telefonou para o chefe dos bombeiros e solicitou que enviassem um bombeiro uniformizado ao hospital para estar com o garoto nesses últimos momentos da sua vida. O chefe dos bombeiros disse que atenderia ao seu pedido e respondeu: Cinco minutos após, um caminhão com sirene, guincho e escada chega ao hospital e vários bombeiros entram e entregam ao menino uma medalha e o uniforme de Bombeiro Honorário. O olhar do garoto vai em direção ao chefe dos bombeiros e pergunta: |